01/12/2014

O futuro não é mais agora. O que imaginávamos para os anos 2000, 2010, os avanços tecnológicos e as sociedades modernas, o que tentavam antecipar os filmes e desenhos dos anos 60, bem como a moda vanguardista, tudo e todos que ansiavam por algo então realmente novo… Não aconteceu.

E nesse processo, nessas tentativas e erros da evolução, produzimos, criamos, inventamos soluções aparentes para algo que ainda não surgiu, e descartamos e nos desfazemos quando surge algo novo, e assim adiante, tudo de novo.

Cavamundo: O Admirável Mundo Velho de Nick Gentry

Cavamundo: O Admirável Mundo Velho de Nick Gentry

É nesse conceito do que se torna obsoleto, no que se perde o uso, que aparece a arte do britânico Nick Gentry. Conhecido mundialmente por pinturas em disquetes, em que utilizou essa mídia como plataforma para retratos multicoloridos, agora, ele busca uma nova maneira de representar essa sua expressão quase arqueológica e reciclável da arte: com negativos de filmes.

Cavamundo: O Admirável Mundo Velho de Nick Gentry

Cavamundo: O Admirável Mundo Velho de Nick Gentry

Cavamundo: O Admirável Mundo Velho de Nick Gentry

Cavamundo: O Admirável Mundo Velho de Nick Gentry

Cavamundo: O Admirável Mundo Velho de Nick Gentry

Cavamundo: O Admirável Mundo Velho de Nick Gentry

O trabalho intitulado “Sonhos Sintéticos” se utiliza deste novo elemento para criar novas narrativas sobre o consumo, sobre as novas tecnologias e cibercultura.

SYNTHETIC DAYDREAMS / Nick Gentry from Nick Gentry on Vimeo.

Mas como ele consegue encontrar esses retrógrados materiais em grande quantidade? Essa, sem dúvida, é das partes mais bacanas do projeto de Gentry. Boa parte de tudo que é utilizado em suas obras, tanto nesta de 2011 com os disquetes como esta mais atual com os negativos de filmes, provêm de doações. Segundo ele, o espectador é uma das partes importantes deste processo e participa dessa forma ativamente da criação artística.

Quem quiser contribuir com a arte de Nick Gentry é só enviar seus negativos de filmes para “Nick Gentry, Unit 3, Gaunson House, Markfield Road, London N15 4QQ”. Para conhecer este e outros trabalhos, acesse o site oficial do artista em www.nickgentry.com

 

01/12/2014

Histórias não são feitas, não são inventadas, são realmente descobertas. Os detalhes cabem mesmo à imaginação – cada caso é um caso, e todos eles se contam das maneiras mais diferentes. Mas o inacreditável, esse, anda a espreita de todos, esperando tão e somente ser revelado.

E daí é que surge a inspiração, a ideia, o clique, o “plim”, o genial: das pessoas que buscam algo mais, dos interessados, dos curiosos, dos que querem algo mais fundo e profundo do que o resto vê.

————————————————————————————————————————————————————–

Cavahistórias: Richard Rasmussen | Foto:  Márcio Lisa TXAI Studios

Cavahistórias: Richard Rasmussen | Foto: Márcio Lisa TXAI Studios

Richard Rasmussen é um destes. E dos bons, sem dúvida. Naturalista, curioso, observador e amante das descobertas, Richard esteve desde sempre presente em causas ambientais e movimentos de proteção aos animais. E nesse momento, dada sua natureza engajada – e muita atitude rock’n’roll –, acabou por cruzar os caminhos com a Cavalera. E as ideias, colaborações e parcerias foram surgindo.

No desfile de Primavera/Verão 2015, em que aconteceu o Manifesto #AquiJaz da Cavalera, foram convidados famosos, celebridades, jornalistas, modelos, artistas e cavarockers a participarem de um movimento muito maior, um ideia nova de enterrar a revolta e fazer nascer algo novo.  R.R levantou sua indignação pelo “Amor à essência do ser humano: natureza e animais”, chamando a atenção a partir daí para essa e outras questões que por muitas vezes ficam foram de discussões importantes.

Cavahistórias: Richard Rasmussen | Foto:  Márcio Lisa TXAI Studios

Cavahistórias: Richard Rasmussen | Foto: Márcio Lisa TXAI Studios

Como em uma nova e mais recente parceria, em que Cavalera e R.R participaram da campanha ALERTA VERMELHO, que combate a imoralidade e ilegalidade da matança de botos na Amazônia. Estes são capturados por pescadores especializados, para serem utilizados como isca na pesca da Piracatinga, peixe de médio porte, cuja produção é toda exportada para Colômbia.

Dentro da necessidade de mobilizar um grande público, foram criadas camisetas especiais para a AMPA – Associação Amigos do Peixe-Boi para divulgar a ação e viabilização da petição “Moratória Já!”, entregue as autoridades do estado do Amazonas e em Brasília.

Cavahistórias: Richard Rasmussen | Foto:  alertavermelho.org.br

Cavahistórias: Richard Rasmussen | Foto: alertavermelho.org.br

O resultado foi mais do que satisfatório: foram recolhidas 58 mil assinaturas, sendo que alguns assinantes já enviaram recursos para um fundo de apoio que auxiliará as instituições que fazem a fiscalização da pesca e também na busca soluções e alternativas para as comunidades de pescadores. A partir desta ação também foi possível colocar esta causa em pauta nos meios de comunicação, resultando no apoio de diversas comunidades científicas internacionais.

Cavahistórias: Richard Rasmussen | Foto:  alertavermelho.org.br

Cavahistórias: Richard Rasmussen | Foto: alertavermelho.org.br

E agora a história é ainda mais para valer: pelas próximas semanas você irá acompanhar nas redes sociais da Cavalera publicações especiais sobre novas culturas, viagens e lugares desconhecidos, histórias e realizações de Richard Rasmussen em sua última viagem à África. Esse é o #CavaHistórias. Veja algumas fotos já dessa aventura inesquecível e não deixe de acompanhar drops de conteúdo na programação.

 

 

26/11/2014

Dos excitantes tornozelos aos monoquínis que não se envergonham de nada. Uiuiui! Que escândalo! Ou não, não precisa ser. Moda também é divertimento! Mas… e agora? Regina Guerreiro mostra o que sobe e desce no ‘elevador-fashion’ num novo episódio de ENJOY#1.

 

25/11/2014
Cavamundo: Ron Mueck na Pinacoteca

Cavamundo: Ron Mueck na Pinacoteca

Humano, demasiadamente humano. A exposição que chega a Pinacoteca do Estado De São Paulo traz toda fascinação de um artista pela perfeição. Uma obsessão pela meticulosidade, pelo detalhe mais íntimo, pela anatomia do que é mesmo verossímil. Afinal, até onde pode ir o que nos aparenta ser verdade?

Cavamundo: Ron Mueck na Pinacoteca | Foto: A2 Fotografia / Alexandre Carvalho

Cavamundo: Ron Mueck na Pinacoteca | Foto: A2 Fotografia / Alexandre Carvalho

Com uma formação fora das escolas e instituições de arte, o australiano Ron Mueck posiciona da mesma forma suas exageradas e desproporcionais esculturas. Não há lugar para ele no realismo ou na pop art. A sua obra é resultado de um trabalho inovador com fibra de vidro e silicone, convergidos em diferentes escalas, para movimentar a percepção dos espectadores.

A observação de um tempo íntimo e monumental, a invocação de expressões originais de suspense e mistério e a participação de terceiros apenas reproduz o que acontece na vida. Mueck durante anos prestou serviços à televisão, filmes e propaganda. Hoje sua audiência é bem maior.

Cavamundo: Ron Mueck na Pinacoteca | Foto: A2 Fotografia / Alexandre Carvalho

Cavamundo: Ron Mueck na Pinacoteca | Foto: A2 Fotografia / Alexandre Carvalho

As 09 peças que compõem a exposição, responsável por sucessos incontestáveis em Japão, Austrália, Nova Zelândia, México, Buenos Aires e Rio de Janeiro chegaram ao último dia 20 de Novembro a São Paulo, desmontado e em caixotes que acumulam mais de 400 quilos. Serão residentes do primeiro andar e do espaço octógono da Pinacoteca do Estado de São Paulo até Fevereiro. Impossível não vê-los.

Cavamundo: Ron Mueck na Pinacoteca | Foto: A2 Fotografia / Alexandre Carvalho

Cavamundo: Ron Mueck na Pinacoteca | Foto: A2 Fotografia / Alexandre Carvalho

RON MUECK NA PINACOTECA

20/11 a 22/02 – Terças, Quartas, Sextas, Sábados e Domingos das 10:00 às 17:30.

                                  Quintas das 10:00 às 22:00

Pinacoteca do Estado de São Paulo – Praça da Luz, 2, Bom Retiro – Centro, São Paulo

                                                                                http://www.pinacoteca.org.br/

 

18/11/2014
Cavarecords: Corazones Muertos

Cavarecords: Corazones Muertos

Para quem estava sentindo falta, o Cavarecords retorna agora em sua melhor forma. Essa segunda edição vem com tudo, atendendo ao bis e incentivando mais uma vez o rock brasileiro. E quem sobe ao palco desta vez é a banda Corazones Muertos.

Com Joe Klenner nos vocais, Guilherme Rosa na guitarra, Arthur Cocev no baixo e Flavio Cavichioli na bateria, o quarteto traz de volta o som dos anos 70-80, com pegada punk rock e bem garagem, feito pelos Ramones, New York Dolls, Sex Pistols e Johnny Thunders And Thre Heartbreakers.

Cavarecords: Corazones Muertos | Foto: Roberto Gasparro

Cavarecords: Corazones Muertos | Foto: Roberto Gasparro

Depois de rodar bastante em 2013 e dividir o setlist com bandas como Black Drawing Chalks, Hellbenders e com Mike Leigh (irmão do Joey Ramone), chegou a hora de entrar em estúdio: o último disco, “Alive From The Backyard” (2014), foi lançado em Agosto deste ano — e teve a participação da Cavalera.

Dá para esperar lançamento ainda esse ano: o primeiro vinil do grupo, “Split it Up” (2014), gravado com a banda goiana Overfuzz, está marcado para sair agora em Dezembro. E não é sem festa: dia 11 de Dezembro, no Inferno Club – São Paulo. Até lá, dá para ouvir um pouco mais desse som que o Cavarecords acredita demais. Toca aí:

18/11/2014
Cavamundo: Djerbahood, o vilarejo dos grafiteiros

Cavamundo: Djerbahood, o vilarejo dos grafiteiros

Olhe bem para tudo a sua volta. Não perca um canto de vista. O vilarejo Er-Riadh, província de Djerba, na Tunísia, é a “ilha dos sonhos” para grafiteiros de todo mundo.

Antigamente vista por fora na rota turística do Norte da África, hoje a tradicional província é reduto de um dos maiores e mais ambiciosos projetos de street art que já se viu: Djerbahood, uma iniciativa da inovadora galeria francesa Itinerance e do fotógrafo Nicholas Linn.

Para se ter uma ideia, no último projeto, Tour Paris 13 um prédio comercial que iria ser demolido. Durante 30 dias, os nove andares, 36 apartamentos se transformaram em cenário de uma exposição de 100 artistas – e por que não um último suspiro transformador, uma memória vibrante às margens do Rio Sena.

Cavamundo: Djerbahood, o vilarejo dos grafiteiros

Cavamundo: Djerbahood, o vilarejo dos grafiteiros

Dessa vez, mais de 150 grafiteiros de todo o mundo passaram os últimos meses em pleno Alto Verão, tornando cada muro um painel, cada portão em uma moldura, cada esquina em algo surpreendente. E muito vivo entre os moradores. Dá para ver tudo na websérie, que mostra todo o processo e a relação dos artistas com os habitantes da pequena Er-Riadh.

Quatro artistas brasileiros participaram do projeto Djerbahood com suas criações. Walter Nomura, o Tinho; Stephan Doitschinoff, o “Calma”; Claudio Ethos; e Hebert Baglione. Veja de perto o trabalho de cada um deles.

Cavamundo: Tinho

Cavamundo: Tinho

Cavamundo: Calma

Cavamundo: Calma

Cavamundo: Claudio Ethos

Cavamundo: Claudio Ethos

Cavamundo: Hebert Baglione

Cavamundo: Hebert Baglione

12/11/2014

Mesa posta: está no ar o novo episódio de Enjoy #1. Regina Guerreiro cria um menu caprichado com mulheres-lagostas, vestidos de spaghetti ao sugo e muito mais do gastronômico cinema de Fellini aí afora. “Mangia che ti fa bene”!

 

11/11/2014
CAVALERA / SPFW: Outono - Inverno 2015

CAVALERA / SPFW: Outono – Inverno 2015

Ninguém conta histórias como a Cavalera. E para essa edição do São Paulo Fashion Week (SPFW), a ideia foi transformar a passarela no cenário de uma grande fábula: o Outono/Inverno 2015.

Inspirados pelo conto dos Irmãos Grimm, João & Maria (Hänsel und Gretel), Alberto Hiar (Diretor Criativo da Cavalera) e Henrique Sauer (Diretor de Novelas da Rede Globo) apresentaram um gigantesco e espetacular livro em pop-up, que foi aberto no início do desfile para contar a história de mais essa coleção.

Alberto Hiar & Henrique Sauer | CAVALERA / SPFW: Outono - Inverno 2015

Alberto Hiar & Henrique Sauer | CAVALERA / SPFW: Outono – Inverno 2015

Sauer, mais recentemente, esteve na direção da novela da Rede Globo, “Meu Pedacinho de Chão”, que através de uma elaborada trama e cenografia brincava com o imaginário do telespectador, conta a história da Vila de Santa Fé.

"Meu Pedacinho de Chão" | Foto: gshow.globo.com

“Meu Pedacinho de Chão” | Foto: gshow.globo.com

E justamente por essa proximidade com o lúdico, com o inventado e, por que não o mágico, o nome não poderia ser outro. Toda estrutura do desfile, que contou também com a montagem do cenógrafo Anderson Dias, é definida pelo lugar de onde surgem as histórias.

E naquela fabulosa primeira noite, o SPFW se tornou algo ainda mais especial. Reveja agora como foi o desfile da Cavalera na temporada Outono/Inverno 2015.

 

 

10/11/2014

Novembro chegou de cara nova.

#MovemberGQ: Barbearia Cavalera + QG Brasil

#MovemberGQ: Barbearia Cavalera + QG Brasil

Mas tudo por uma boa causa. É o chamado Movember. O movimento, que “tirou os bigodes de molho” dos seriados e filmes dos anos 70 e 80, começou em 2003, em Melbourne, Austrália, tendo seu nome formado a partir das palavras “Moustache” (Bigode) e “November” (Novembro).

Movember Foundation

Movember Foundation

Mas não se engane: a brincadeira está para muito além do trocadilho. Hoje os Mo Bros, como são chamados os homens que aceitaram o desafio de deixar o bigode crescer durante os 30 dias de Novembro, estão presentes em todo o mundo. A ideia é mudar a cara da saúde masculina, divulgando a ação e arrecadando fundos para programas de combate ao câncer de próstata e testículo.

Por aqui, em parceria com Barbearia Cavalera, a redação da GQ Brasil se colocou o desafio de mudar o visual para apoiar a causa. E o resultado incrível está bem debaixo do nariz.

Para saber sobre a ação ou até votar no seu bigode favorito, acesse o site ex.movember.com. Ou você pode também mostrar o seu bigode por aí: publique sua foto com a hashtag #MovemberGQ e marque a @GQBrasil no Instagram. Que tal?

Barbearia Cavalera + GQ Brasil | Movember (Foto: Mari Queiroz)

Barbearia Cavalera + GQ Brasil | Movember (Foto: Mari Queiroz)

05/11/2014

Semana de São Paulo Fashion Week é certeza de boas histórias. E nesta temporada Outono/Inverno 2015 a Cavalera se reservou ao direito de contar uma delas. O desfile que fechou a noite do primeiro dia (03) no Parque Cândido Portinari contou com a presença de grande público com olhos e ouvidos abertos para ver mais do que a reinvenção de um clássico – mas tudo o que a moda pode ser.

Com cenografia fantástica de Henrique Sauer, diretor de novelas da Rede Globo, que transformou a sala de desfiles em um grandioso livro de fábulas, a Cavalera apresentou o conto dos Irmãos GrimmJoão & Maria (Hänsel und Gretel), sob uma nova perspectiva: passarela mundo afora.

CAVALERA / SPFW-: Outono - Inverno 2015 | Foto: Gustavo Scatena / FOTOSITE
CAVALERA / SPFW: Outono – Inverno 2015 | Foto: Gustavo Scatena / FOTOSITE

E não faltou nada disso tudo lá: com exclusivos e diferentes tecidos trazidos de 15 países, como Turquia, Israel, Índia, Itália, Japão, Espanha e Paquistão, o que se viu foi uma proposta romântica, delicada e sensual, acompanhada de perto por uma presença masculina bem forte, com influência worker – vista com destaque na linha jeanswear e nos acessórios.

CAVALERA / SPFW: Outono - Inverno 2015 | Foto: Marcelo Soubhia / FOTOSITE

CAVALERA / SPFW: Outono – Inverno 2015 | Foto: Marcelo Soubhia / FOTOSITE

As estampas foram um espetáculo a parte – mas tiveram sua responsabilidade também em contar essa história. Com colaboração do ilustrador Albino Papaas blusas e vestidos transparentes, os casacos e sobretudos, as camisas e calças, contaram juntas o começo, o meio e o fim do desfile.

Estampa / CAVALERA / SPFW: Outono – Inverno 2015
Estampa / CAVALERA / SPFW: Outono – Inverno 2015

Sobre a beleza do desfile: sim, o Bruno Gagliasso estava lá.

CAVALERA / SPFW: Outono - Inverno 2015 | Foto: Sergio Caddah / FOTOSITE
CAVALERA / SPFW: Outono – Inverno 2015 | Foto: Sergio Caddah / FOTOSITE

Mas o responsável mesmo foi o já célebre Robert Stevão que combinou a narrativa de um Conto de Fadas mais soturno e sombrio com o movimento punk dos anos 70. E claro, para tanta atitude, não faltaram caras e bocas.

Backstage / CAVALERA / SPFW: Outono – Inverno 2015
Backstage / CAVALERA / SPFW: Outono – Inverno 2015

Resumindo… Moral da História? Sucesso! Obrigado a todos que prestigiaram, compareceram, assistiram tudo de pertinho ou mesmo de longe, mas não deixaram de curtir e compartilhar tudo nas rede sociais. Vocês todos fazem parte dessa história.

Encerramento Desfile / CAVALERA / SPFW: Outono – Inverno 2015
Encerramento Desfile / CAVALERA / SPFW: Outono – Inverno 2015