15/01/2013

Você já viu essa imagem abaixo nas suas redes sociais? Ela tam sido muito divulgada, pela sutileza e pela incrível impressão de que a folha é, na verdade, uma boca feminina com um sorriso de canto:

Então, procurando internet afora, encontramos uma postagem lá na nossa querida Zupi sobre gestalt. Gestalt é, como eles mesmo definem, “o conjunto de entidades físicas, biológicas, fisiológicas ou simbólicas que juntas formam um conceito, padrão ou configuração unificado que é maior que a soma de suas partes. Simplificando, o princípio básico da teoria gestaltista é que o inteiro é interpretado de maneira diferente que a soma de suas partes”. Ou seja, a soma de todos os elementos da imagem que, em conjunto, formam outro significado completamente diferente. No caso da imagem acima a folha e o fundo quando unidos nesta disposição, formam a imagem de um retrato feminino. Não é muito bacana? Confiram algumas outras imagens que, no conjunto, acabam representando outra coisa completamente diferente dos elementos que a formam:

Curtiu? Acesse a Zupi e confira muito mais conteúdo artístico de qualidade!

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18/12/2012

Em tempos de fim de mundo (na semana do suposto fim do mundo segundo interpretações da tal da Profecia Maia), é quase impossível não refletir sobre nosso atual modo de vida e nossos costumes capitalistas e sempre tão apressados. Pensando nisso, o post de arte de hoje fala sobre um grupo que se diferencia – e muito – de tudo o que conhecemos.

Já imaginou viver em uma sociedade com leis baseadas no amor, e de forma nômade? Pode parecer estranho, mas este grupo existe! Rainbow Gathering é um grupo nômade que tem suas leis baseadas em conceitos hippies de amor, harmonia, paz, liberdade e cuidado com o planeta, como uma alternativa à cultura popular do capitalismo e do consumo.

Dentro do Rainbow Gathering não são permitidas fotografias, mas o fotógrafo Benoit Paillé, que participa há 7 anos do grupo, conseguiu uma brecha e fez estes lindos registros.

O grupo vive, na verdade, em comunidades temporárias e realiza encontros que já ocorreram na Espanha, no México e no Canadá. Sem qualquer sinal de obesidade, crianças mais saudáveis que muitas da sociedade tradicional (elas não frequentam pediatras), e uma vida baseada nas necessidades e não no acúmulo (além do estilo incrível das pessoas!), é possível perceber, apenas olhando para as fotos, cores,  luz e muitos sentimentos bons.

Para ver mais registros incríveis como este, acesse a página do fotógrafo aqui. Nós encontramos essa série que inspira lá no Hypeness, confira!

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12/12/2012

Procurando algumas sugestões legais para os cabelos das meninas neste Natal para o post de hoje, nos deparamos com esta lindeza, e acabamos desistindo dos penteados. Afinal de contas (e vocês verão logo a seguir), penteados elaborados são sim uma arte, mas o que a Melanie Bilenker, artista estadunidense, faz com seus fios de cabelo, não é para qualquer um!

A artista retrata lembranças do seu cotidiano em broches e medalhões, algo como os vitorianos faziam com mechas de cabelo de seus familiares e amigos perdidos, guardando-os em medalhões como estes que Melanie reproduz.

E aí, curtiu? Encontramos essa lindeza lá na Zupi!

E para ver mais sobre o trabalho da artista, acesse seu site!

30/10/2012

Se há um motivo para comemorar, no que se trata de arte, é a elevação (enfim!) da street art como movimento autêntico e de alto valor. Pensando nisso, hoje vamos falar de um artista que veio do graffiti paulistano e já chegou até as galerias internacionais, o Subtu!

O cara começou sua trajetória artística aos 13 anos, com o graffiti e a pichação, e com o passar do tempo desenvolveu sua técnica de desenhos, com traços mais orientais (herança familiar!). Desde 2009 voltou ao graffiti com força total, deixando sua marca em diversos locais da cidade de São Paulo.

Suas principais referências vêm do mundo dos quadrinhos: “o mestre dos mestres”, como ele mesmo dia, Osamu Tezuka, Robert Crumb e Quino, e os brasileiros Laerte, Glauco e Angeli. O resultado de toda mistura é um trabalho altamente artístico, uma arte figurativa e narrativa que, como Subtu gosta de afirmar, também manifesta um caráter crítico. “Arte é manifesto, é querer mudar algo”, diz o artista em seu site.

E aí, curtiu a arte do Subtu? Então acesse seu site aqui e também curta sua página no Facebook!

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23/10/2012

O título deste post parece estranho, mas tem uma bela explicação: “A louca debaixo do branco” é o nome do novo projeto da Fernanda Young! Concebida como um livro-instalação por Diógenes Moura, diretor artístico do projeto, A Louca Debaixo do Branco investiga a construção do mito amoroso através da personificação da noiva, figura central do novo romance homônimo escrito por Young – o décimo da sua carreira.

Resultado de quase dois anos de trabalho, a exposição usa a figura da noiva como objeto de investigação do amor, afinal, como define Fernanda: “só no amor somos iguais. Somos os mesmos quando amamos, quando somos abandonados, quando sofremos, quando desconfiamos que deixamos de amar”. Vestida de noiva, Fernanda Young mostra na exposição que suas imagens são verdadeiros autorretratos diante da sua dor, do seu amor, do desamor e do amor dos outros. Nesta reflexão, ela mesma é o espelho de todo o processo expográfico, que conta com coleções particulares, textos, poemas, bordados, diários, vídeos e interação via internet entre o público e a autora.

Além disso, o livro-instalação traz uma iconografia selecionada na coleção do crítico e pesquisador Rubens Fernandes Junior, imagens gentilmente cedidas pela Galeria FASS dos fotógrafos Jean Manzon e Martin Chambi e ensaios de fotógrafos como Bob Wolfenson, Hidelbrando de Castro, Daniel Klajmic, Ludovic Carème, Paulo Vainer, Henrique Gendre, entre outros. Além de quatro vídeos (dois da artista, um de Raquel Zimmermann e um de Cláudio Belizário) e um filme de Rodrigo Bernardo.

E aí, curtiu? A exposição está no MIS (Museu da Imagem e do Som de São Paulo) até o dia 18 de novembro, terças e quartas, das 12 às 21h; quintas e sextas, das 12 às 20h; sábados, das 11 às 20hs; domingos e feriados, das 11 às 19h. Saiba mais no link!

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16/10/2012

Andre Monet é um canadense que já nasceu com nome de artista, e que, por estas artes que trazemos abaixo, faz jus ao sobrenome. O artista explora diversas técnicas, como mosaico, colagem e acrílico. Na série chamada “artists”, Andre se inspira pelo cinema, fotografia, musica e literatura, criando imagens que parecem stencil, mas na realidade são feitas com colagem, tinta e escova de dente, dando o efeito de spray no canto das telas. Não é incrível? Confira algumas das obras da série!

 

Encontramos o trabalho do Andre Monet na Zupi!

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