14/09/2011

No dia 11 de agosto rolou a abertura da exposição TODOS UM, do Grupo Parabola, e a apresentação do Grupo de Percussão do Instituto de Artes da Unesp – PIAP. Um vídeo muito bacana foi produzido, e a gente trouxe ele para vocês conferirem!

Grupo PIAP _ Performance no vernissage TODOS UM do Coletivo Parabola _ Cavalera Art Projects from 03em01 channel on Vimeo.

11/08/2011

É impossível definir em palavras a relação íntima que cada artista tem com o desenvolver e a criação de sua arte. No caso da exposição Todos Um, do Coletivo Parabola, os artesãos, como preferem ser denominados, Carolina Tsai, Felipe Vieira, Guilherme Vieira, Gustavo Barros Rocha, Henrique Vieira, Rafael Hayashi, Renato Rangel e Samuel Sasano de Paula, destacam sua ligação sincera com a arte, pois usam o fazer artístico como ferramenta de meditação e auto-descoberta.

PESO CABEÇA, Guilherme Vieira

BEIRAMAR, Gustavo Barros

A espiritualidade é o tema guia da criação, que bebe da fonte de diversas filosofias, religiões e crenças. Eles levantam questões sobre a relação da alma com o mundo, digerem e transformam-nas em imagens hipnotizantes, com diversas camadas de entendimento, fazendo com que cada obra mereça muito tempo de contemplação, um mergulho em tantos detalhes e simbologias. Assim, a evolução dos trabalhos, tanto formal quanto poeticamente, acompanha o crescimento dos artistas como seres humanos e é latente em sua produção, apresentada pela primeira vez na Cavalera Art Projects.

 

BERÇO, Rafael Hayashi

PRESA, Renato Rangel

 

A exposição será inaugurada hoje, 11 de agosto, às 19h, no CAP Gallery. Haverá uma vernissage de abertura, com performance do Grupo de Percussão do Instituto de Artes da UNESP – PIAP, consagrado por suas apresentações em países como Canadá, EUA e México. Na ocasião da vernissage de exposição, eles apresentarão fragmentos de obras de compositores famosos.

Mais informações sobre o Coletivo Parabola, entre no site oficial!

O CAP Gallery fica na Al Lorena, 1922, Jd. Paulista, São Paulo – SP. Quer saber mais? Clique aqui!

11/08/2011

Será inaugurada hoje, 11 de agosto, no Cavalera Art Project – espaço expositivo de arte da Cavalera, conhecem? -, a primeira exposição individual do Coletivo Parabola. Apesar do “coletivo” no nome, o grupo foca nas características individuais de cada um de seus membros, e utiliza técnicas e suportes diferentes para transmitir questões sobre espiritualidade e a relação da alma com o Mundo.

Na abertura, que acontece às 19h, haverá performance do Grupo de Percussão do Instituto de Artes da UNESP – PIAP, consagrado por suas apresentações em países como Canadá, EUA e México. Na ocasião da vernissage de exposição, eles apresentarão fragmentos de obras de compositores famosos.

Quer saber mais sobre o CAP – Cavalera Art Project? Clique aqui!

05/05/2011

Como vocês devem se lembrar, está rolando na CAP, galeria de arte da Cavalera, a exposição Fantasia, primeira exposição individual do pintor e desenhista Anderson Resende.

Retratos de sonhos e delírios, o bonito traço de Anderson nos faz viajar em meio a objetos, esculturas e instalações, criando um universo lúdico que encanta pelo estranhamento. Com certeza uma experiência peculiar e bem prazerosa!

Para deixá-los ainda mais na vontade e com fome de arte, selecionamos aqui para vocês algumas fotos da produção das obras disponíveis na Cap, um pequeno registro fotográfico do “making of”. Belas fotos de Anderson trabalhando em seu estúdio!

Quem ainda não foi, está perdendo!!!

 

 

Serviço:

Exposição FANTASIA – 07de abril a 31demaio
Cavalera Art Projects
Visitação de terça a sábado, das 13h às 18h
Rua Alameda Lorena, 1922 – Jardim Paulista
11 3061-2356
www.capgallery.com

06/04/2011

Nesta quinta-feira (7) a CAP (Cavalera Art Projects) inicia uma nova exposição. “Fantasia” reúne trabalhos de Anderson Resende, que também participou da exposição coletiva da CAP, “Próximo Olhar”.

O coquetel de abertura será dia 7 de abril das 18h às 22h e é aberto a todos que quiserem prestigiar esta nova exposição!

flyer_andersonresende

O desenhista e pintor expõe trabalhos das séries “Fantasia” e “Felizes”, em sua primeira exibição individual.

A exposição reúne desenhos e objetos da série “Fantasia”, que retrata um universo habitado por seres fantásticos. A série “Felizes” são desenhos em grandes dimensões sobre o envelhecimento do ser humano.

Originalmente criada em 2008 para a 111 Minna Gallery, em São Francisco – EUA, recebeu uma nova roupagem especialmente para a apresentação na Cavalera Art Projects.

Fantasia – Anderson Resende

De 07 de Abril à 31 de Maio de 2011

Abertura: 07 de Abril a partir das 18:00 hr.

Local: Cavalera Art Projects

Al. Lorena 1922, Jardins, São Paulo

www.capgallery.com

De terça à sábado, das 12h às 19h

Entrada franca

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Sobre a exposição

As obras apresentadas transitam entre objeto, escultura e instalação, criando um universo lúdico e particular. Retratos de homens e animais de linhas pretas sobre superfícies brancas, persuadem nossa imaginação perguntando por que precisamos sonhar.

Inspirado por cenas do cotidiano e experiências de vida, Anderson Resende nos convida a refletir sobre aquilo que fantasiamos e almejamos. criando imagens que residem apenas em sonhos e delírios, que nos faz pensar o que é ideal para a existência em um mundo irreal.

Criada originalmente em 2008 para exibição na 111 Minna Gallery, em São Francisco, EUA, a série de desenhos intitulada “Felizes” completa a exposição, apresentando uma nova roupagem. No texto a seguir, o fotógrafo e pintor Alexandre Orion descreve a série:

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“ Com rara qualidade técnica e extrema energia em seu desenho, Anderson Resende retrata corpos que carregam as marcas da vida. Seus desenhos são como gravuras. O artista escava o papel com a mesma precisão e força de um gravador.

Sem esboço e sem rascunho, cada desenho é único. A sobreposição de traços gestuais feitos à nanquim criam marcas tão definitivas quanto a escrita do tempo que envelhece o corpo. Cada linha traçada pelo artista conta uma história que se torna uma ruga deixada na pele do papel. Resende retrata o exterior, mas nos mostra o que há por dentro.

O artista desenha o “envelhecido” para tratar da “experiência”; a “morte” para tratar da “imaterialidade”; desenha o “corpo” para falar do “espírito”. O impacto de suas obras não está no tema, mas no sentido, tão profundo quanto os olhos das figuras que retrata. Figuras que nos mostram imagens vividas que carregam a idade da alma. Felizes porque sorriram e choraram. Felizes os que não temem a morte.”

Sobre o Artista_

Anderson Resende – 1973 • BR • vive e trabalha em SP
www.flickr.com/photos/insoluvel

Anderson Resende é um exímio desenhista que transita entre a pintura, escultura e animação 2D, utilizando materiais nada convencionais para realizar suas obras. Isso se deu no começo dos anos 90, quando começou a trabalhar como assistente de animação nos estúdios Daniel Messias, na época, um dos mais conceituados da América Latina. Lá teve oportunidade de conhecer técnicas experimentais de animação utilizadas e criadas em outras partes do mundo. Essa bagagem o levou a explorar o universo de outras vertentes da arte e, com o passar do tempo, desenvolveu técnica e estilo próprio, que hoje são reconhecidos e premiados em festivais de propaganda e entretenimento. Hoje, em suas pinturas, desenhos e animações, utiliza materiais como cloro, cera de abelha, suco de limão e fogo, aplicando nos mais variados suportes que vão do papel à madeira, criando aspectos inconfundíveis em seu trabalho.


28/03/2011

A desenhista e designer Thais Ueda formou-se em propaganda e marketing e em desenho industrial. Após trabalhar para agências de publicidade durante 10 anos, a artista viajou para o Japão para estudar design gráfico. A partir de então, Thais Ueda começou oficialmente seu trabalho artístico, e já participou de diversas mostras por todo o país.

Agora, ela faz parte da exposição “Próximo Olhar”, da CAP. Conheça um pouco mais sobre seu trabalho:

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Seu trabalho é focado especialmente em retratos de mulheres. De onde surgiu a vontade de trabalhar este assunto?

Quando pensei sobre o que gostaria de trabalhar, escolhi algo que – aparentemente – eu conhecia de melhor: a mulher. Decidi sem intenção de levantar uma bandeira ou questões de igualdade dos sexos. Acho que cada artista escolhe o que lhe é mais familiar em seu universo ou algo que se identifique para transmitir suas emoções, sentimentos, medos…

Você tem vontade ou já trabalhou outros temas?

Já trabalhei desenhando gatos e insetos. Insetos são bichos que me fascinam e ao mesmo tempo me enchem de pavor. Também estou planejando iniciar uma série inspirada em dança, em especial, a de butô (dança japonesa).

Porque você escolheu o nome artístico Hana*bi?

Quando comecei a estudar japonês, o que mais me encantava era o estudo dos ideogramas. Em poucos símbolos, existiam muitos significados. Hana*bi é a junção dos ideogramas de flor e o de fogo, que juntos, significam fogos de artificio. Acho os fogos de articificios algo lindo de se ver, são luzes que hipnotizam, e duram tão pouco… Hana*bi é um nome que fala um pouco sobre o etéreo, sobre a fragilidade e beleza e ao mesmo tempo existe a agressividade e destruição do fogo.

Você utiliza diversas técnicas, como o crochê e a pintura. Tem alguma preferida? Como aprendeu o crochê?

Gosto de muitas coisas e foi dificil escolher em quais eu queria me aprofundar.
O crochê aprendi por acaso; nunca tive mão boa para costura ou trabalhos manuais que envolvessem números (contagem de pontos, medidas, etc). Uma amiga que conheci virtualmente me ensinou crochê de um modo diferente e acho que por isso que consegui aprender. Já a pintura, desenho desde pequena, e alguns anos atrás também tive influência do shodô (caligrafia japonesa) no pincel.

thais
Quais são suas maiores influências na hora de criar?

O que me influencia na hora de criar é o que estou sentindo. Sempre me pergunto: “o que estou sentindo hoje?” ou “sobre o que eu quero falar?”. Esse é o meu ponto de partida.

Você desenvolveu um trabalho em parceria com seu marido. Quais são as maiores dificuldades e benefícios de se trabalhar com outro artista tão intimo?

A vantagem é que conseguimos viver do que gostamos 24 horas por dia, ele entende minha rotina, minhas dificuldades e eu entendo o lado dele. Decidimos separar bem as coisas na questão do trabalho, cada um tem o seu atelier, seus livros, é importante manter a individualidade de cada um … No mais, acho que todo casal tem seus desentendimentos, brigas…

Você costuma trabalhar ouvindo música? Quais são seus músicos preferidos?

Não consigo escutar música enquanto eu desenho, porque é como se eu entrasse num transe, entre eu e o desenho. Gosto de estar atenta ao que o desenho tem a me “dizer” – apesar de fazer anotações e esboços, existe muito do acaso quando estou no processo de criação. Desenho no silêncio.
Quando faço alguma pesquisa, aí sim consigo estar mais relaxada e escutar uma música… aí vai desde rock até música brasileira.

Confira mais sobre a artista em seu site.

As obras de Thais Ueda ficam em exposição na CAP Gallery (Cavalera Art Projects) até 31 de março.

Cap – Cavalera Art Projects
10 de fevereiro a 31 de março de 2011
Alameda Lorena, 1922 (São Paulo)
Informações: (11) 3061-2356